AMANDO E VIVENDO O AMOR
Vida é poesia, poesia é amor logo o amor é vida. Este é o ciclo da existência. E quando dois poetas se encontram com os mesmos ideais, os mesmos sonhos e tendo tudo em comum, tornam-se amigos e parceiros na vida. Assim surgiu o desejo em nossos corações de compartilhar com você sentimentos em forma de poesias extraídos da essência de nossas almas. Deleite-se neste universo poético descobrindo nas entrelinhas deste cosmos o mais nobre dos sentimentos – O Amor. Sempre juntos! Rô e Mércio
sábado, 19 de dezembro de 2015
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 17 de março de 2012
POSSE DO POETA MERCIO MOURA EM ACADEMIA
RECEBENDO DIPLOMA DE ACADÊMICO DA ACADEMIA ITAPIRENSE DE LETRAS E ARTES - "AILA" - ITAPIRA - SP


Boa tarde meus amigos, nossos amigos...
Fui indicado para Academia de Letras, mas na época houve imprevistos que me impossibilitou de comparecer para receber o titulo.
Mas honradamente recebi das mãos da Comendadora Rô Lopes, o diploma da Academia Itapirensse de Letras e Artes, onde minha cadeira é a 13.
Obrigado pelas fotos que nem me recordava mais.
Ah... Breve estaremos com tudo aqui no blog, e agradecemos aos amigos seguidores pelo carinho.
Rô Lopes/Mércio Moura
Obrigado Deus
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A Ira
Sublimação
Olhar de Anjo (II)

“Olhar de Anjo” ( II )
(À Cora Munhoz Rezende)
Como querubim ou serafim
Cabelos brilhantes ondulados
São as negras madeixas de Cora
Que nada perdem para os doirados
Entre cachos formes e disformes
O que deixa o rosto doce angelical
O sorriso puro inocente de criança
Esparge calma como toque de clarim celestial
Sim... Entre cachos, olhar e sorriso
Encontra-se o brilho, a luz, a perfeição
Entorpecida fitei Cora, linda Cora linda
Ficando envolvida por grande emoção
Absorta em mim mesma recordo Cora
Em seu jeitinho doce e formoso ao andar
De mostrar brinquedos com suave e pura inocência
Difundido a quatro cantos que é vida no verbo Cora_mar.
Rô Lopes
Olhar de Anjo (I)

“Olhar de Anjo” ( I )
(À Cora Munhoz Rezende)
Olhar penetrante e inocente
Que granjea o sentimento da alma
Sorriso feliz e contente
Ternura transmitindo amor e calma
Assim foi a recepção da linda menina
De olhar negro como jabuticaba no pé
Que soltava bexiga, fazia mil gracinhas
Faltando brincar de pular maré
Leu em meus olhos o que minha alma dizia
E me aqueceu como os raios límpidos de sol
Parecia anjo entoando linda sinfonia
Ao abraçar-me em si bemol
Assim foi Cora, Cora linda Cora
Que afagou-me como se criança eu fosse
Recordarei deste gesto em minha aurora
Da inocência Cora_Linda pura e doce.
Rô Lopes

Pétalas do Silêncio
Como o despetalar das flores ao vento
As horas passam lentas... Silenciosas...
Meu quarto – um mundo!
Um céu de estrelas
espargindo luz cor de rosa
As plumas se perderam na imensidão
As brumas emudeceram
O sol tornou-se frio de repente
A lua se escondeu na nuvem de algodão
Os vaga-lumes comandam a noite
Tem espasmos de prata no chão
Há um lago onde os cisnes repousam
Dentro do meu céu!
Eu na cama entre cetim rubro
Exalo perfume como rosas ao léu
Os pássaros não cantam... Dormitam
A volúpia tomou conta do ambiente
um vulto surge na penumbra
Silhueta misteriosa que mal conheço
Aconchego-me na brisa carinhosa
a espera do beijo desejado
O silêncio cada vez mais lento
Nem ouço meu respirar...
Foi ele quem chegou...
Faceiro...
Como flocos de neve
A me beijar
Eu... Uma chama viva
Uma felina... Com jeito de menina
Serpenteando como quem fascina
Começamos a delirar...
Silêncio!
Deixe nosso corpo expressar...
Ah!
Rô Lopes
quinta-feira, 21 de julho de 2011
ESTAMOS ATUALIZANDO
domingo, 5 de junho de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Inebriante Amor
A Canção
Ainda um Segredo

Ainda um Segredo
Há muito me guardei para ti
Era da minha alma o mais amado segredo
Que através de um poema me apaixonei
Nem mesma sei como tanto amei
Este mistério de amar-te tanto tempo
Até hoje não desvendei
Será que um dia desvendarei?
Hoje quero que me pegues no colo...
Abrace-me e beije-me,
Quero que me desnude com seu olhar
Hoje quero muito de você
Muito mais do que existe
Entre o céu a terra e o mar...
E estando no seu colo...
Aconchegada em seu peito
Preciso que me possuas
Como as águas de um rio
A percorrerem um leito...
Que mais adiante deságua no mar
Hoje te conheço...
Quero-te do mesmo jeito
És o mais belo enredo
Mas... Continua...
Sendo meu mais amado
E recôndito segredo
Rô Lopes/Mércio Moura
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Incoerencia

Um jovem na varanda
Divagava olhando quintal
Viu chegar de surpresa
Uma linda árvore de natal
Olhar brilhante
Recebeu-a como menestrel
Enlaçou outro chegante
Era o bom velhinho
Papai Noel
Acomodada árvore e Noel
O jovem estava contente
Bateram a porta
Ele abriu deslumbrado
Estendendo a mão ao Presente
Acolheu o que tinha vindo
Insana prosopopéia
Com adornos natalinos.
Bate novamente a porta
É a ceia
Anoiteceu...
Tudo tornou festa
Pessoas chegando
Buscando um lugar
Luzes coloridas a brilhar
Nada a mais desejar
Meia-noite!
Um barulho a porta
Ele vai atender
Um casal uma criança
Não tinha o que comer
Nos olhos(?) Esperança.
Alegando acomodação
O jovem negou acolhida
Hospedou árvore
Noel, luzes, ceia
Tudo que egoísmo consome
Esqueceu a fraternidade
Mandou voltasse outro dia
Não importando com a fome
Incoerência
Não recebeu...
Não tinha ali o principal
O Amor (Jesus)
Verdadeiro sentido do natal.
Rô Lopes
domingo, 28 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Dia Que Espero

O Dia Que Espero
O amor flui nas ondas do vento.
Inspiro. Sinto seu aroma em minha direção...
A mesma brisa que assanha teus cabelos traz
Até mim tão sonhados beijos.
Excita meus desejos.
Andar de menina... Fascina-me!...
O sol beija a tarde matizando meu lugar,
Realçando a beleza das flores.
Lindas como você!
Das montanhas e cachoeiras sinto a força.
Energia do amor que assola meu coração.
Quando aqui chegar,
Amar-nos-emos sobre o campo,
Entre lírios e flores de jasmim,
Ao som dos pássaros e sussurros do vento,
A conduzir este amor aos recônditos da minha alma...
Para além, muito além das estrelas.
Do sol...
Da magnitude do universo.
Aqui neste espaço ermo a felicidade será plena...
Banhar-nos-emos
Nas águas do riacho.
A nossa volta somente o ar... O luar
O verde do meu lugar... Venha não me deixe só...
Quero te amar
Neste dia lindo!...
Mércio Moura
Tal Como o Vento

Sinto-te tal como sinto o vento
Suave, intenso, ágil, ameno
Depende do momento
Assim também é meu amor por ti
Meu sentimento
Seu silencio, sua fala, suas ternas mentiras
Mexem comigo assim como o vento
Num redemoinho de constante conquista
Arrasta sonhando tal qual pensamento
Sou tua ou não sou,
É uma incerteza quase um enfado
Pois é vulnerável tal qual vendaval
Mesmo assim te amo...
Desejo-te a meu lado
Se um dia mudares ao rumo norte
E te fores para longe de mim,
Volúvel qual folhas ao vento forte
Sonharei contigo ate meu fim
Lembrarei dos seus beijos das carícias
Nossos momentos
Trocados na brisa e no embalar do vento
Com certeza é o que levarei do passado
Será companhia de todo momento
Você... Será uma saudade!
Meu único amor...
Minha mais linda ilusão...
Tormento e pecado
Você... Constante em meu pensamento
E no meu coração para sempre
Como vento... Meu amado!
Rô Lopes