terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Inebriante Amor


Inebriante Amor



Minhas quimeras

Engavetadas de solidão

Choram saudade

Entorpeço-me na brisa

Porque meu presente esta

Embriagado de amor

Camuflado numa despedida

Mascarada em renuncia.

Rô Lopes

2 comentários:

beneditocglima disse...

lingisermuito lindo este blog.sensivel.poético.encantador.Parabéns á dupla.

Silvia disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.