terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Almas Entorpecidas



Quando te vi me veio um lampejo
Senti fortemente súbito amor
Centelha de ternura e grande desejo
Tomou meu corpo por intenso calor

A primeira vista amor eu senti
Indefinível pela voz humana
Coisa de alma que nem permiti
Essência da essência, pois dela emana

Sinto amor... Vivo amor... Quero este amor
Meu peito gritou por ti sem enganar
Foi algo sagrado causando doce torpor
Você viveu o mesmo... Senti ao abraçar

Estremeci estremecemos com este abraço
Um ato convidativo cheio de tesão
Quando percebemos estávamos igual um laço
Vivendo no primeiro momento uma paixão

Fitou meus olhos com profundidade,
Como flechas penetrando juntas e medula
Entregamo-nos entrelaçados com muito ardor
Foram momentos lindos inimagináveis
Fizemos na relva molhada um idílio de amor

Da primeira vez
Lampejo e calor
Almas entorpecidas
Relva...
Um ninho de amor!

Rô Lopes
(Devaneio de nossa primeira noite de amor)

4 comentários:

Juℓi Ribeiro disse...

Rô:

Linda poesia!
Parabéns pelo talento
e pela sensibilidade!
Um abraço fraterno e feliz.

MONE disse...

Ola! adorei este teu espaço muito bom, meus sinceros aplausos e te convido a conhecer o meu cantinho também, muita luz pra ti, com carinho Mone uezu.

administrador web disse...

oi eu queria fazer parceria com o seu site se voce querer nois podia fazer uma parceria com meu blog gosteinoticias.blogspot.com

mercia disse...

Amei esta poesia muito bonita,foste buscar tua inspiração no fundo de teu coração.Parabéns Bjinhos