quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Céu Sem Estrelas




Céu Sem Estrelas

Entre quatro paredes
Eu... Em silêncio
Olho para o céu
Lajeado...
Sem estrelas...
Sem firmamento
Lágrimas saltitam
Sentimentos reprimidos...
Em rastos antigos

Cada lágrima
Apõe sem direção
Dispersando
Sem se tocarem
Eu chorando até
Pelas minhas lágrimas
Que rolam solitárias
Sem convergir... Sem comoção
E... Ao som das lagrimas
Deixo rolar uníssona
Sem cadência... Lágrimas
Da minha própria solidão

Rô Lopes

2 comentários:

celina vasques disse...

QUERIDA AMIGA POETISA!
UM DOS POEMAS MAIS LINDOS JÁ LI NA MINHA VIDA!
MEUS APLAUSOS DE PÉ!!!
O TEU "CEU SEM ESTRELAS"é um dos lugares mais perfumados da terra!
belissimos versos ... lindos poemas, muito amor, muito cheiro de mato e perfume de flores!
parabéns sempre!

Silvia disse...

Poetisa do amor, seu blogue ´´e muito bonito, as poesia muito lindas.
Eu li todas e gostei de todas.
Escolhi esta poesia porque complicado escolher entre uma e outra, mais eu vejo aqui muita imaginação e muito sofrimento no amor.
Quero deixar meus abraços para voce e para o moura, áááá é Mercio Moura.
Á, não quero meter uma comendadora nisso, mais tenho muita coisa a dizer a voce que vai dar poemas lindos que nem os que estao aqui, porem mais apimentados,kkkk.
Felicidade ao casal.
Parabens